Se caíssem 100 reais seus no chão, você se abaixaria pra pegar?

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"Se caíssem 100 reais seus no chão, você se abaixaria pra pegar?"

A resposta à pergunta acima até parece óbvia, mas, para muitos brasileiros, a resposta tem sido "não". 

No mundo dos investimentos, deixar de ganhar significa perder. O fato é que o dinheiro de grande parte das pessoas  está mal aplicado e todo mês rendendo menos do que poderia render, com a mesma segurança, por simples falta de informação e conhecimento. 

O CDI é um indicador de referência para comparação de rentabilidade de aplicações (CDB, previdência privada, LCI/LCA). Hoje, essa taxa está em 14,13% ao ano (esse número pode variar de acordo com decisões do Banco Central). É possível obter essa taxa inteira (diz-se "100% do CDI") diretamente comprando títulos públicos, por exemplo. O que se observa é que inúmeras aplicações têm rendido menos que o CDI e, dessa forma, têm sido reprovadas no crivo dos poupadores que possuem algum conhecimento. Entretanto, existem alternativas com a mesma segurança que rendem acima do CDI.

Como o CDI varia, não podemos comparar dois investimentos analisando quanto rendeu em porcentagem "ao mês" (ex.: "0,90% ao mês"). Costumamos adotar uma outra forma de comparar investimentos, que é em porcentagem do que rendeu o CDI no período analisado. Se dizemos que um determinado CDB rendeu "105% do CDI", podemos concluir facilmente que sua rentabildade foi superior à de um fundo de previdência privada que rendeu 88% do CDI, mesmo sem ter calculado a rentabilidade percentual mensal de cada um. Por falar nisso, você sabia que, dos 926 fundos da indústria de previdência privada, apenas 8% deles (75 fundos) bateram o CDI nos últimos 12 meses?

Descubra a importância de saber comparar as suas aplicações em % do CDI para saber qual é a melhor. Dessa forma, você estará valorizando o seu dinheiro. Invista em informação e conhecimento, pois essa prática transformará seus resultados!
 
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Rafael Corrêa
Educador Financeiro EFIPE